Escola: Colégio Interativa – Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio.
Endereço: R. Ivaí, 317. Bairro: Vila Nova   CEP: 86025-440 Telefone: 43 3376-8500

Nome dos Diretores(as): Jane da Cunha Martins e Maria Martins Escaraboto
E-Mail da Escola: monica@interativalondrina.com.br

Professor coordenador dos trabalhos
Nome: Mônica Gisele Custódio
Fone WhatsApp (43) 9.9974-4113

Membros da comissão julgadora
1- Nome: Juliana Fogaça Sanches Disciplina que leciona: Coordenadora de área – Língua Portuguesa
2-Nome: Patrícia de Jesus Romeu  disciplina que leciona: Coordenadora da Ed. Infantil e Fundamental I
3-Nome: Rosa Maria de Araujo Lima disciplina que leciona: Atelierista

1-Desenho- Equipe de quatro alunos
Nome do aluno 1º aluno: Manuela de Andrade Petrilo Idade: 10 anos Série: 5º ano TA
Nome do aluno 2º aluno: Mariana Guergoleti Zandonai Idade: 9 anos Série: 5º ano TA
Nome do aluno 3º aluno: Gabriela Kurylo Villas Boas Idade: 9 anos Série: 5º ano TA
Professor orientador da equipe
Nome: Viviane Aparecida Alexandrino
Fone WhatsApp: 43 3376-8500

2-Texto – Equipe de quatro alunos
Nome do aluno 1º aluno: Gabriel de Melo Kubiça. Idade: 16 anos Série: 2ª série do Ensino Médio
Nome do aluno 2º aluno: Matheus Sanches Guedes. Idade: 16 anos Série: 2ª série do Ensino Médio
Nome do aluno 3º aluno: Arthur Gavioli de Paula. Idade: 16 anos Série: 2ª série do Ensino Médio
Professor orientador da equipe: Caio Vítor Marques Miranda Fone WhatsApp: 43 3376-8500

3-Texto de Professor
Nome do Professor: Keila Fontoura Ramiro
Disciplina que leciona: Língua Portuguesa. Fone WhatsApp: 43 3376-8500

4-Texto de Pai (ou responsável)
Nome: Rodrigo Fontoura Massi, pai dos alunos José Pedro Rodrigues Massi 7º ano MA e João Lucas Rodrigues Massi 3º ano MA. Nível de escolaridade: Nível superior completo. Formação: Filosofia.

DESENHO DE ALUNOS

Manuela de Andrade Petrilo, Mariana Guergoleti Zandonai, Gabriela Kurylo Villas Boas

TEXTO DE ALUNOS

E se?

E se as estrelas escrevessem poesia?
O quão atípicas seriam suas sinestesias?
E o mundo, as leriam?
Entenderíamos significados abstratos?
E se a bandeira ficasse estática?
“Liberté, égalité, fraternité!”
A sociedade continuaria apática?
Gritaríamos por “Moralité”?
E se o vento parasse de oscilar?
As palavras deixariam de florir?
O arado continuaria a cindir?
Falaríamos preparados para partir?
E se os raios deixassem de soar?
Os insetos iriam se incomodar?
Estaríamos, enfim, livres para voar?
Ou prontos para nossas asas, lapidar?
E se deixássemos de odiar?
Pararíamos de dominar?
A linha tênue do mundo, se agravaria?
Seria isso uma grande utopia?
E se… ah, e se.
E se não tivéssemos medo?
O que faríamos a respeito?
E se Rousseau estivesse certo?
E a paz fosse um edito?
Confesso que sinto falta do antedito
O ódio humano é mesmo incerto?
E é com você que falo, andarilho.
Somos os cabelos de Malala;
A loucura de Picasso;
A metafísica de Schweitzer;
O medo de Gorbachev
A faca de Corday;
A ênfase e tudo.
Somos os filhos da revolução.
Poema GABRIEL DE MELO KUBIÇA, MATHEUS SANCHES GUEDES e ARTHUR GAVIOLI DE PAULA
2 ª série do Ensino Médio.

TEXTO DE PROFESSOR

Ando pelo mundo prestando atenção em paz

“É preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir’, a bela letra de Almir Sater muito bem traduz duas questões fundamentais para a vida: a paz e o florir. Na canção, a chuva está para o florir, assim como a paz está para o sorrir. Sem “a paz que excede todo entendimento”, numa perspectiva bíblica, a vida não sorri, ela apenas existe sem a plenitude que todo ser humano deveria ter o privilégio de alcançar. O de sorrir sinceramente diante das coisas boas, de sorrir até mesmo dos erros cometidos e com eles aprender. A paz traz a leveza sustentável de que tanto precisamos. Sim, pois a vida já anda suficientemente pesada e cinza. 

      Se nós, na maior parte dos momentos, floríssemos cheiros e cores, deixaríamos a vida mais colorida, e, certamente em nossos caminhos nossas marcas de paz estariam registradas tal qual grafites cheios de cor em muro cinza. Como não chamar a atenção? Como não notar? Acredito piamente que a paz deixa suas marcas, suas mensagens. Quem não se lembra de um momento tempestuoso em que ouviu de alguém palavras de paz. Palavras que acalentaram o coração cansado de guerra e fizeram adormecer o espírito inquieto trazendo paz.

      A paz abarca muitas dimensões, alguém em paz sorri, respeita o outro, cuida do seu entorno – do meio ambiente, das pessoas, dos animais -. Por onde quer que vá, faz crescer e florir quem está perto. Por qualquer lugar que vá, deixa a certeza de que foi agradável e colorido o momento. A paz exala o delicioso sabor da vida. E isso vem de dentro pra fora e não pode ser comprado por dinheiro algum. Tenhamos paz, sejamos paz, andemos pelo mundo pazeando e colorindo a vida de quem passa por nós. A vida é passageira, mas as marcas de paz que podemos deixar podem ser eternas. Pazeemos por aí, para que possamos florescer.

Keila Fontoura Ramiro Leciono a disciplina de Língua Portuguesa. 

TEXTO DE PAI E OU RESPONSÁVEL

Novas Atitudes e não a antigos-novos discursos.

Com a história de uma cidade se aprende para desenvolvimento um novo futuro. O que mais assistimos na mídia são notícias sobre violência em toda dimensão humana, do útero materno à velhice. Selvageria praticada pelo estado e município, que digam os professores e funcionários da saúde.  A população precisando mendigar políticas públicas de boa qualidade, na saúde, na educação e na segurança, chegando à sociedade civil organizada. Brutalidades nas famílias que perdem a meta de respeito, segurança e união, valores de base de uma sociedade saudável. Respeito, palavra escassa em nossos dias! A sociedade precisa urgentemente readquiri-lo como conceito e condição, lançar um “novo olhar” no “outro como um ser sagrado”, não digo sagrado do ponto de vista religioso, mas de uma perspectiva de ser igual a mim e a você, de mesma essência e dimensão humana.

A sociedade precisa ser motivada, de forma individual, a agir de modo diferente, com mudanças de paradigmas, fundamentadas na ética e na moral, para encontrarmos à paz, tendo cada ser respeitado em sua individual dignidade.

Se alguém desrespeitá-lo, coloque o respeito, tratar bem a quem lhe trata mal, é sinal de sabedoria com a existência, fazer o outro igual a você é reconhecer seu próprio desacato, significa plantar a paz. A era digital nos proporciona a cada dia a busca de novos ápices, conquistar milhares de amigos hoje chamados de “seguidores”, mas não nos incentiva a dar uma simples saudação de “bom dia” para alguém com quem cruzamos na rua a todos os dias. A construção da serenidade nas relações nasce de dentro para fora, nossa cidade precisa de pessoas que ensinem sobre sentir, instruam sobre refletir, estimulem o poder de decidir e permitam o outro a agir respeitando-o em todos os seus direitos.  A verdadeira PAZ acontecerá conforme formos empáticos e solidários, aparecerá na medida que educarmos as pessoas em uma dimensão integral, dentro de uma educação que afete corações e mentes. Ser um bom aluno, pai ou uma boa mãe, bons filhos, empregados, patrões, ser uma pessoa melhor, não depende somente de melhorar uma condição social, pois se assim considerarmos, apequenamos tudo que já neste texto foi escrito, ser bom em se fazer presença concreta na vida do outro. Infelizmente ainda falamos demais e agimos de menos, comprovamos esta afirmação abrindo as redes sociais, onde o nosso humano perde o entusiasmo pelo “con-tato”, com o outro, troncando injustamente a presença física por uma tela de computador, ou de celular, por variados tipos de drogas, ilícitas quanto as lícitas. Remédios milagrosos vendidos em drogarias, disfarçados de “Cuidado para com o Outro”. Que seja esta a meta de toda sociedade londrinense: sim a “novas atitudes” e não a antigos-novos discursos. É urgente a busca da paz… paz em nossas diferenças, em nossas mazelas e em nossas alegrias, mudando enfim os antigos paradigmas, para um novo e verdadeiro encontro com minha e a sua paz.

Rodrigo Fontoura Massi Pai dos alunos José Pedro Rodrigues Massi 7ºMA e João Lucas Rodrigues Massi 3º MA